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Inteligência Atak / Documentação / Frigosoft / Coletor / abate

DIF (Declaração de Inspeção Federal)

Criado por Igor Ribeiro em 17 de agosto de 2026
•
Atualizado por Igor Ribeiro em 17 de agosto de 2026
Documentação do DIF
Documentação Técnica

DIF — Declaração de Inspeção Federal

Documentação completa da tela de inspeção sanitária de carcaças no aplicativo de abate Frigosoft Coletor. Saiba como registrar inspeções, processar carcaças e gerenciar decisões de liberação, sequestro ou condenação.

01 — VISÃO GERAL DO DIF

Visão Geral do DIF

O DIF (Declaração de Inspeção Federal) é a tela do aplicativo de abate onde o Serviço de Inspeção Federal registra a inspeção sanitária de cada carcaça abatida. Nela o operador informa o motivo da inspeção, a parte da carcaça afetada (quando houver), o destino sanitário da carcaça e realiza a pesagem antes e/ou depois da inspeção, conforme a configuração do produto e da escala em uso.

Ao final da análise, o operador decide o resultado da inspeção: liberar a carcaça (sem restrições), sequestrar a carcaça (retendo-a para reavaliação) ou condenar a carcaça (impedindo seu aproveitamento comercial). Cada uma dessas decisões gera automaticamente os registros de rastreabilidade e o romaneio de abate correspondente, além de acionar, quando aplicável, o envio de dados ao ERP e a impressão de etiquetas específicas.

O comportamento da tela muda de acordo com o perfil de abate configurado para a filial (perfil 4, perfil 8 ou outro), o que altera a forma como a sequência da carcaça é informada, como o produto é definido e como o romaneio é salvo.

02 — VÍDEO TUTORIAL DO DIF

Vídeo Tutorial do DIF

▶ Tutorial em vídeo: ainda não disponível para esta rotina.

03 — PRÉ-REQUISITOS E CONTEXTO DE ACESSO DO DIF

Pré-requisitos e Contexto de Acesso do DIF

  • O operador precisa estar autenticado no aplicativo, com a filial de trabalho já definida.
  • O dia de abate precisa estar ativo na filial. Sem isso, não é possível localizar as carcaças do dia.
  • Filiais com perfil de abate 4: é obrigatório selecionar uma escala de abate (no menu “Escalas”) antes de informar qualquer sequência de carcaça. Sem essa seleção, o sistema não permite prosseguir.
  • Filiais com perfil de abate 8: o produto da carcaça é atribuído automaticamente pelo sistema; o operador não precisa (e não consegue) selecionar o produto manualmente.
  • É necessário que a balança esteja conectada ao posto de trabalho para a pesagem automática. Quando não há balança disponível, o sistema libera automaticamente o modo de pesagem manual (via modal), então essa não é uma condição impeditiva, apenas muda o modo de operação.
  • Ao abrir a tela, o sistema carrega automaticamente a lista de ocorrências sanitárias disponíveis para a filial e o perfil de abate configurado. Caso a busca do perfil de abate falhe por qualquer motivo, o sistema assume o perfil 8 como padrão e a tela continua funcionando normalmente, sem travar o operador.
04 — PROCESSO DE CRIAÇÃO — PASSO A PASSO DO DIF

Processo de Criação — Passo a Passo do DIF

Passo 1: Abertura da tela do DIF

Ao abrir a tela, o sistema carrega, ao mesmo tempo, a lista de ocorrências sanitárias disponíveis para a filial e o perfil de abate configurado (valores possíveis: 4, 8 ou outro). Se não conseguir obter o perfil, o sistema assume o perfil 8 como padrão automaticamente, sem exibir erro ao operador.

Passo 2: Seleção da escala (somente para filiais com perfil de abate 4)

O operador acessa o menu “Escalas” (disponível apenas para o perfil 4) e seleciona a escala correspondente ao lote que será inspecionado. Cada escala exibe documento, pecuarista, propriedade, lote, sexo e data de abate (no formato DD/MM/AAAA), e a lista aparece ordenada pelo número do lote em ordem crescente. Escalas sem número de lote preenchido não podem ser selecionadas — o sistema exibe o aviso “Escala sem lote”. Escalas sem sexo definido ou sem produto cadastrado nem aparecem na lista de opções.

Passo 3: Informar a sequência da carcaça

O operador informa a sequência da carcaça de duas formas possíveis: digitando diretamente no campo de sequência ou lendo o código de barras com o leitor a laser. O código lido pelo scanner é tratado exatamente como se tivesse sido digitado — não há verificação de formato feita pelo próprio aplicativo, essa verificação acontece somente depois, quando a informação chega ao servidor.

  • Se o campo de sequência for deixado vazio, o sistema limpa qualquer carcaça carregada anteriormente e libera novamente todos os campos para uma nova entrada.
  • Se já existir uma carcaça carregada na tela, o sistema pergunta ao operador se ele confirma a substituição por meio de uma janela de confirmação. Depois dessa tentativa — seja ela confirmada ou cancelada — o campo de sequência é sempre limpo.
  • Filiais com perfil de abate 4: se o operador tentar informar uma sequência sem antes ter selecionado uma escala, o sistema exibe a mensagem “Selecione uma escala” e não prossegue.

Passo 4: Carregamento dos dados da carcaça

Depois que a sequência é aceita, o sistema busca a carcaça correspondente. Quando ela é encontrada com sucesso:

  • O bloco de ocorrências fica temporariamente travado (não editável) até que os demais dados sejam processados.
  • Os botões de pesagem ficam desabilitados até a liberação das próximas etapas.
  • Todos os campos informativos da carcaça (como sexo e idade) são preenchidos automaticamente.
  • Os campos de ocorrência, parte afetada e destino são preenchidos com os valores já registrados anteriormente para aquela carcaça, se houver.

Caso a carcaça não seja localizada ou esteja bloqueada, o operador pode receber uma das seguintes mensagens, conforme a situação:

  • Sequência não encontrada no dia e na filial correntes.
  • “sisbov já tipificado no DIF” — quando a carcaça está em processo de inspeção por outro fluxo, ou já foi tipificada por cobertura e conformação.
  • “sisbov condenado ou processado” — quando a carcaça já teve seu processamento concluído anteriormente.
  • “sisbov já possui romaneio” — quando já existe romaneio para essa carcaça sem o status correspondente.
  • “sisbov já utilizado” — específico do perfil de abate 4, quando a sequência informada já foi usada no dia/filial.
  • “sisbov não encontrada” — quando a carcaça simplesmente não existe na base para aquele dia/filial.

Passo 5: Realização da pesagem

O tipo de pesagem exigido é definido pela configuração do produto/escala vinculado à carcaça:

Tipo Descrição
1 Somente pesagem antes da inspeção
2 Somente pesagem depois da inspeção
3 Antes e depois da inspeção (padrão)
4 Antes e depois da inspeção, com botão “Salvar” intermediário

Se não houver balança conectada ao posto, o sistema ativa automaticamente o modo de pesagem manual (via modal), independentemente do tipo configurado.

  • Modo dupla (via balança): cada vez que a balança é acionada, o sistema registra apenas os valores da Banda 1. Os botões de finalização (Liberar/Sequestrar/Condenar) já ficam disponíveis logo depois dessa única pesagem.
  • Modo simples (via balança): é obrigatório pesar primeiro a Banda 1 e depois a Banda 2, nessa ordem. Os botões de finalização só ficam disponíveis depois que a Banda 2 for registrada.
  • Modo manual (sem balança): o operador digita os pesos em uma janela (modal). Os valores já registrados para a carcaça aparecem pré-preenchidos com 3 casas decimais. Ao confirmar: pesos maiores que zero têm a tara do produto descontada automaticamente pelo sistema; pesos iguais a zero permanecem zero. No modo dupla, os campos referentes à Banda 2 nem aparecem nesse modal.

Passo 6: Preenchimento das ocorrências sanitárias

O operador seleciona, nos campos de seleção (dropdowns) disponíveis, o motivo da inspeção, a parte afetada (quando houver) e o destino da carcaça (quando aplicável). Um mesmo valor de ocorrência não pode ser selecionado em mais de um desses campos ao mesmo tempo — se o operador tentar repetir um valor já usado em outro campo, a seleção é simplesmente bloqueada, sem mensagem de erro na tela.

Passo 7: Seleção de produto e classificação

O campo de produto é filtrado automaticamente pelo sexo da carcaça e exibido no formato “código-nome”. Em filiais com perfil de abate 8, esse campo já vem preenchido automaticamente pelo sistema e não pode ser alterado pelo operador. O campo de classificação é exibido no formato “id-nome”; se o sistema não encontrar nenhuma classificação disponível, ele exibe a mensagem “Classificações não encontradas”.

Passo 8: Validação dos campos obrigatórios

Antes de permitir o envio da inspeção, o sistema confere obrigatoriamente:

  1. Se o motivo da inspeção foi selecionado (e não está no valor padrão em branco). Caso contrário, exibe: “O motivo da inspeção da carcaça precisa ser informado”.
  2. Se a parte afetada foi preenchida. Caso contrário, exibe: “A parte afetada precisa ser informada”.
  3. Se o destino da carcaça foi preenchido — essa exigência não se aplica quando a ação escolhida é Liberar. Caso contrário, exibe: “O destino da carcaça precisa ser informado”.

Passo 9: Escolha da ação final (Liberar, Sequestrar ou Condenar)

Depois da pesagem e do preenchimento das ocorrências, os botões de finalização ficam disponíveis conforme o estado da tela:

Botão Resultado gravado Quando aparece disponível
Liberar L (Liberado) Estado “todos habilitados” ou “somente condenado e liberar”
Sequestrar S (Sequestrado) Apenas no estado “todos habilitados”
Condenar C (Condenado) Estado “todos habilitados” ou “somente condenado e liberar”

No modo de pesagem manual (sem balança), assim que a carcaça é carregada, o sistema já define o estado como “somente condenado e liberar” — nesse caso, o botão Sequestrar sequer aparece na tela.

Passo 10: Conclusão do processamento

Se o envio for concluído com sucesso, a tela é completamente limpa e o sistema exibe a mensagem “Carcaça salva”. Se ocorrer algum erro no processamento, a mensagem de erro devolvida pelo sistema é exibida ao operador e a tela não é limpa, permitindo correção e novo envio.

05 — DESCRIÇÃO DE CADA CAMPO DA TELA DO DIF

Descrição de Cada Campo da Tela do DIF

Sequência da Carcaça

Tipo: campo de texto/número (aceita digitação manual ou leitura por scanner a laser)

Obrigatoriedade: obrigatório para carregar uma carcaça na tela

Descrição: identifica de forma única a carcaça que será inspecionada no dia de abate da filial.

Comportamento: ao ser preenchido (por digitação ou leitura), o sistema busca a carcaça correspondente. Se estiver vazio, limpa o estado atual da tela. Se já houver uma carcaça carregada, o sistema pergunta se o operador deseja substituí-la; o campo é sempre limpo depois dessa tentativa, seja ela confirmada ou cancelada. Não existe verificação de formato feita pelo próprio aplicativo — essa verificação ocorre somente no servidor, após o envio.

Impacto: é a chave usada para localizar e vincular todos os dados de inspeção, pesagem, romaneio e rastreabilidade daquela carcaça específica.

Escala

Tipo: seleção (dropdown), acessada através do menu “Escalas”

Obrigatoriedade: obrigatório apenas para filiais com perfil de abate 4, e deve ser preenchido antes de informar qualquer sequência de carcaça. Não se aplica aos demais perfis.

Descrição: representa o lote de produção ao qual a carcaça pertence, reunindo informações do documento, do pecuarista, da propriedade, do sexo do lote e da data de abate.

Comportamento: a lista de escalas é ordenada pelo número do lote em ordem crescente (lotes nulos ou não numéricos são tratados como 0). Escalas sem lote preenchido não podem ser selecionadas — o sistema exibe o aviso “Escala sem lote”. Escalas sem sexo definido ou sem produto cadastrado não aparecem na lista.

Impacto: define o produto, a tara e o lote utilizados na criação e no processamento da carcaça; é usada posteriormente para localizar a escala de produção correta no fechamento do romaneio.

Motivo da Inspeção

Tipo: seleção (dropdown)

Obrigatoriedade: obrigatório — deve ser diferente do valor padrão em branco.

Descrição: indica o motivo sanitário observado pelo inspetor durante a análise da carcaça.

Comportamento: não pode receber o mesmo valor já selecionado em outro campo de ocorrência da tela (parte afetada, destino ou demais campos de ocorrência); uma tentativa de repetir um valor já usado é bloqueada silenciosamente, sem mensagem na tela. Se deixado em branco, o envio é bloqueado com a mensagem “O motivo da inspeção da carcaça precisa ser informado”.

Impacto: é usado no cálculo dos mercados que a carcaça pode receber — se esse motivo (ou qualquer outra ocorrência informada) não tiver liberação para o DIF, todos os mercados da carcaça são substituídos pelo mercado interno padrão.

Nota: a documentação técnica de origem menciona que existem quatro campos de seleção de ocorrência na tela, sujeitos à mesma regra de não repetição de valores, mas nomeia explicitamente apenas três: Motivo da Inspeção, Parte Afetada e Destino Carcaça. Não é possível determinar, a partir do material disponível, se existe um quarto campo de ocorrência geral com rótulo próprio ou se o total de “quatro campos” já inclui alguma contagem diferente da aqui descrita.

Parte Afetada

Tipo: seleção (dropdown)

Obrigatoriedade: obrigatório em todas as situações.

Descrição: indica qual parte da carcaça foi afetada pela ocorrência sanitária identificada durante a inspeção.

Comportamento: segue a mesma regra de não repetição de valores entre os campos de ocorrência da tela. Se deixado em branco, o envio é bloqueado com a mensagem “A parte afetada precisa ser informada”.

Impacto: é considerado no cálculo dos mercados liberados para a carcaça, junto com as demais ocorrências informadas.

Destino Carcaça

Tipo: seleção (dropdown)

Obrigatoriedade: obrigatório, exceto quando a ação escolhida para finalizar a inspeção for Liberar.

Descrição: indica o destino sanitário definido para a carcaça após a inspeção.

Comportamento: segue a mesma regra de não repetição de valores entre os campos de ocorrência da tela. Se deixado em branco (fora do caso de Liberar), o envio é bloqueado com a mensagem “O destino da carcaça precisa ser informado”.

Impacto: o código informado nesse campo é usado para localizar a câmara de destino do romaneio dentro da filial, além de participar do cálculo dos mercados liberados para a carcaça.

Produto

Tipo: seleção (dropdown), exibido no formato “código completo-nome”

Obrigatoriedade: necessário para o processamento (define a tara usada na pesagem); em filiais com perfil de abate 8, é preenchido automaticamente e não pode ser alterado pelo operador. Nos demais perfis, é de seleção manual.

Descrição: identifica o tipo de produto ao qual a carcaça corresponde, filtrado automaticamente pelo sexo do animal.

Comportamento: em filiais com perfil de abate 8, o sistema atribui o produto automaticamente sem qualquer intervenção do operador. Nos demais perfis, o operador escolhe manualmente entre os produtos compatíveis com o sexo da carcaça carregada.

Impacto: determina a tara utilizada nos cálculos de pesagem e é usado para localizar a escala de produção correspondente no momento do processamento final.

Classificação

Tipo: seleção (dropdown), exibido no formato “id-nome”

Obrigatoriedade: necessário para a finalização do processamento; não há mensagem de bloqueio específica documentada para esse campo além do aviso de lista vazia.

Descrição: representa a classificação sanitária/comercial atribuída à carcaça.

Comportamento: se o sistema não encontrar nenhuma classificação disponível para os dados carregados, exibe a mensagem “Classificações não encontradas”. Códigos de classificação negativos são tratados pelo sistema como 0, que representa a classificação padrão.

Impacto: é gravada no cadastro da carcaça junto com o restante das informações no momento do processamento final.

Peso Banda 1 — Antes da Inspeção

Tipo: campo numérico (capturado pela balança conectada ou digitado manualmente na ausência dela)

Obrigatoriedade: obrigatório quando o tipo de pesagem configurado for 1, 3 ou 4 (ver tipos de pesagem no Passo 5 da seção anterior); dispensado quando o tipo configurado for 2 (somente depois).

Descrição: registra o peso da Banda 1 da carcaça medido antes da inspeção sanitária.

Comportamento: pode ser capturado automaticamente ao acionar a balança (modo dupla ou simples) ou digitado manualmente pelo operador em uma janela específica quando não há balança disponível. Quando digitado manualmente e maior que zero, o sistema desconta a tara do produto automaticamente; quando igual a zero, o valor é mantido como zero. Antes de salvar, se esse peso estiver zerado mas o peso “depois” da mesma banda tiver valor, o sistema copia automaticamente o valor de “depois” para esse campo.

Impacto: usado no cálculo final de peso da carcaça, refletido no romaneio de abate gerado.

Peso Banda 1 — Depois da Inspeção

Tipo: campo numérico (capturado pela balança conectada ou digitado manualmente na ausência dela)

Obrigatoriedade: obrigatório quando o tipo de pesagem configurado for 2, 3 ou 4; dispensado quando o tipo configurado for 1 (somente antes).

Descrição: registra o peso da Banda 1 da carcaça medido depois da inspeção sanitária.

Comportamento: mesmas regras de captura, desconto de tara e digitação manual descritas para o peso “antes” da Banda 1. Se esse peso estiver zerado mas o peso “antes” da mesma banda tiver valor, o sistema copia automaticamente o valor de “antes” para esse campo antes de salvar.

Impacto: usado no cálculo final de peso da carcaça, refletido no romaneio de abate gerado.

Peso Banda 2 — Antes da Inspeção

Tipo: campo numérico (capturado pela balança conectada ou digitado manualmente na ausência dela)

Obrigatoriedade: aplicável apenas em produtos/escalas configurados com indicador de pesagem dupla; segue as mesmas regras de obrigatoriedade por tipo de pesagem descritas para a Banda 1.

Descrição: registra o peso da Banda 2 da carcaça medido antes da inspeção sanitária, quando aplicável.

Comportamento: no modo dupla (via balança), cada acionamento registra apenas a Banda 1, então a Banda 2 segue as regras específicas do modo em uso. No modo manual, os campos de Banda 2 ficam ocultos quando a configuração for de modo dupla. Mesma regra de compensação com o valor “depois” descrita para a Banda 1 se aplica aqui.

Impacto: usado no cálculo final de peso da carcaça, refletido no romaneio de abate gerado.

Peso Banda 2 — Depois da Inspeção

Tipo: campo numérico (capturado pela balança conectada ou digitado manualmente na ausência dela)

Obrigatoriedade: aplicável apenas em produtos/escalas configurados com indicador de pesagem dupla; segue as mesmas regras de obrigatoriedade por tipo de pesagem descritas para a Banda 1.

Descrição: registra o peso da Banda 2 da carcaça medido depois da inspeção sanitária, quando aplicável.

Comportamento: no modo simples (via balança), a Banda 2 só pode ser pesada depois da Banda 1, e os botões de finalização só ficam disponíveis depois desse registro. Mesma regra de compensação com o valor “antes” descrita para a Banda 1 se aplica aqui.

Impacto: usado no cálculo final de peso da carcaça, refletido no romaneio de abate gerado.

Botão de Pesagem / Janela de Pesagem Manual (sem balança)

Tipo: botão que abre uma janela (modal) com campos numéricos

Obrigatoriedade: torna-se o único caminho de pesagem quando não há balança conectada ao posto de trabalho — nesse caso, o sistema ativa esse modo automaticamente, independentemente do tipo de pesagem configurado.

Descrição: permite ao operador registrar manualmente os pesos da carcaça quando a balança física não está disponível.

Comportamento: os valores já registrados para a carcaça aparecem pré-preenchidos, com 3 casas decimais. Ao confirmar, pesos maiores que zero têm a tara do produto descontada automaticamente; pesos iguais a zero permanecem zero. Quando a configuração é de pesagem dupla, os campos de Banda 2 nem aparecem nessa janela.

Impacto: os valores informados por essa janela seguem exatamente o mesmo processamento de ajuste e gravação usado para os pesos capturados pela balança física.

Botão Liberar

Tipo: botão de ação

Obrigatoriedade: opcional — uma das três decisões finais possíveis para a carcaça.

Descrição: libera a carcaça, indicando que ela está apta a seguir no processo normal, sem restrição sanitária que impeça seu aproveitamento.

Comportamento: fica disponível quando o estado da tela permite “todos habilitados” ou “somente condenado e liberar”. É a única ação que dispensa o preenchimento obrigatório do campo Destino Carcaça. Gera o código de status “L”.

Impacto: gera o romaneio de abate correspondente; a câmara de destino do romaneio é definida a partir do Destino Carcaça informado, quando houver.

Botão Sequestrar

Tipo: botão de ação

Obrigatoriedade: opcional — uma das três decisões finais possíveis para a carcaça.

Descrição: retém a carcaça para reavaliação ou tratamento adicional, sem uma decisão sanitária definitiva ainda.

Comportamento: fica disponível apenas quando o estado da tela é “todos habilitados” — não aparece no modo de pesagem manual (sem balança). Gera o código de status “S”.

Impacto: o romaneio gerado para uma carcaça sequestrada é sempre salvo de forma definitiva no sistema, independentemente do perfil de abate configurado para a filial. Também aciona a impressão do layout de etiqueta “dif_sequestrar”.

Botão Condenar

Tipo: botão de ação

Obrigatoriedade: opcional — uma das três decisões finais possíveis para a carcaça.

Descrição: condena a carcaça, indicando impedimento sanitário definitivo para seu aproveitamento comercial.

Comportamento: fica disponível quando o estado da tela permite “todos habilitados” ou “somente condenado e liberar”. Gera o código de status “C”.

Impacto: o romaneio gerado é enviado ao sistema ERP da empresa (eventuais falhas nesse envio são tratadas apenas como advertência e não impedem a conclusão da inspeção) e aciona a impressão do layout de etiqueta “dif_condenar”.

Menu “Escalas”

Tipo: item de menu (navegação)

Obrigatoriedade: visível e de uso obrigatório apenas para filiais com perfil de abate 4, antes de informar qualquer sequência de carcaça; não aparece para os demais perfis.

Descrição: dá acesso à lista de escalas de abate disponíveis para seleção.

Comportamento: exibe a lista de escalas conforme as regras já descritas no campo “Escala” desta seção.

Impacto: a escala escolhida aqui define o produto, a tara e o lote utilizados em todo o restante do processamento da carcaça.

Menu “Atualizar”

Tipo: item de menu (ação)

Obrigatoriedade: opcional, disponível para todos os perfis de abate.

Descrição: limpa completamente a tela para iniciar um novo atendimento, sem consultar o servidor.

Comportamento: ao ser acionado, todos os campos de seleção voltam ao valor padrão, os campos de produto e classificação são limpos, o tipo de pesagem volta ao estado inicial, os botões de finalização são desabilitados, os campos de entrada são reabilitados e a carcaça atual é removida da memória da tela. Em filiais com perfil de abate 4, a escala selecionada também é removida.

Impacto: nenhuma informação é enviada ao servidor nessa ação — é apenas uma limpeza local da tela, sem qualquer efeito nos dados já salvos.

Lista de Carcaças Processadas

Tipo: lista/tabela de somente leitura, com um botão de exclusão em cada item

Obrigatoriedade: não aplicável — é um elemento informativo e de consulta.

Descrição: mostra as carcaças já processadas, exibindo o status de cada uma em texto legível: “Liberado” (para o código L), “Sequestrado” (para o código S) e “Condenado” (para o código C); qualquer outro código é exibido como recebido, sem tradução.

Comportamento: a lista é ordenada pela sequência de cabeça em ordem decrescente, mostrando a carcaça mais recente no topo. Ela retorna apenas carcaças com status Sequestrado, Liberado ou Condenado, e cuja sequência de cabeça esteja abaixo do limite de abate de emergência configurado para a filial.

Impacto: é o ponto de acesso para localizar e excluir carcaças já processadas (ver as seções de Utilização e Consulta e de Processo de Edição, mais adiante).

06 — UTILIZAÇÃO E CONSULTA DE REGISTROS DO DIF

Utilização e Consulta de Registros do DIF

O operador consulta as carcaças já processadas diretamente na Lista de Carcaças Processadas, exibida na própria tela do DIF. Essa lista é ordenada automaticamente pela sequência de cabeça em ordem decrescente, de modo que a carcaça mais recente aparece sempre no topo.

Não existe, na documentação de origem, um campo de busca por texto livre ou filtros adicionais (como por status, por data específica ou por operador) além da ordenação automática e da regra de exibição já descrita — a lista mostra apenas carcaças com status Liberado, Sequestrado ou Condenado, cuja sequência de cabeça esteja abaixo do limite de abate de emergência da filial.

Para consultar os dados de uma carcaça específica que ainda não foi processada (ou que ainda está em andamento), o operador pode reinformar a sua sequência no campo correspondente: o sistema busca novamente a carcaça e preenche os campos de ocorrência, parte afetada e destino com os valores já registrados anteriormente, quando existirem.

07 — PROCESSO DE EDIÇÃO DO DIF

Processo de Edição do DIF

O DIF não oferece uma tela de edição direta dos campos de uma carcaça já processada (liberada, sequestrada ou condenada). Depois que a inspeção é enviada com sucesso, não é possível simplesmente reabrir o registro e alterar campos como ocorrência, parte afetada, destino, pesos ou classificação.

A única forma de corrigir uma carcaça já processada é excluir o processamento, o que devolve a carcaça ao estado inicial — como se a inspeção nunca tivesse sido feita — permitindo que uma nova inspeção seja realizada do zero, informando novamente a sequência da carcaça.

Como funciona a exclusão de um processamento:

  1. Na Lista de Carcaças Processadas, o operador aciona o botão de exclusão do item desejado.
  2. O sistema exibe uma janela de confirmação mostrando a sequência da carcaça, para o operador confirmar que está excluindo o item correto.
  3. Se confirmado, o pedido de exclusão é enviado ao servidor.
  4. Se a exclusão for concluída com sucesso, o item é removido imediatamente da lista exibida na tela (sem precisar consultar o servidor novamente) e o sistema exibe a mensagem “DIF excluído com sucesso”.

Situações em que a exclusão é bloqueada:

  • Se a carcaça informada não existir mais no sistema, a exclusão é recusada com erro.
  • Se o status da carcaça for diferente de Sequestrado e já existir romaneio pesado para ela, a exclusão é bloqueada com a mensagem “DIF liberado já pesado” — ou seja, uma carcaça liberada ou condenada que já teve seu peso confirmado não pode ser simplesmente apagada, para preservar a rastreabilidade do abate.
  • Se a carcaça estiver em uma fila de processamento de tipificação em andamento, a exclusão também é bloqueada.

O que muda depois da exclusão:

  • Apenas carcaças com status Sequestrado têm o romaneio e os volumes efetivamente removidos do sistema.
  • Em qualquer caso de exclusão bem-sucedida, a carcaça volta ao estado inicial: status “N” (não processado), pesos zerados, ocorrências em branco, classificação zerada e os mercados liberados são recalculados do zero.
  • Se o status da carcaça antes da exclusão era Condenado ou Sequestrado, o sistema envia automaticamente um comando de remoção para o ERP externo, mantendo os dois sistemas sincronizados.

Não há, na documentação de origem, menção a uma tela de histórico ou log de alterações visível ao operador para consultar quem excluiu ou reprocessou uma carcaça.

08 — ESTRUTURA TÉCNICA E COMPORTAMENTO DO SISTEMA DO DIF

Estrutura Técnica e Comportamento do Sistema do DIF

Localização da carcaça

Quando o operador informa a sequência, o sistema procura a carcaça correspondente considerando o código de manejo ou a sequência de cabeça, sempre dentro da filial e da data de abate correntes. Se não encontrar, o sistema informa a filial e a data usadas na busca, para ajudar o operador a identificar o motivo.

Bloqueios automáticos na busca

O sistema impede a continuidade da inspeção quando a carcaça já está em uma fila de processamento de tipificação, quando já foi processada anteriormente (com status diferente de “não processado”), quando já possui cobertura e conformação preenchidas, ou quando já existe romaneio para ela sem que o status seja Sequestrado ou Condenado.

Tratamento especial no perfil de abate 4

A sequência informada é tratada como um número inteiro. Se já existir outra carcaça com essa mesma sequência no dia e na filial, o sistema recusa a operação. Caso contrário, ele cria um registro temporário (mantido apenas durante o atendimento, sem gravar no sistema ainda) com os dados básicos vindos da escala selecionada.

Definição da tara de pesagem

O valor de tara usado no cálculo dos pesos vem de uma configuração da filial: dependendo dessa configuração, o sistema usa um valor de tara fixo definido para a empresa, ou o valor de tara cadastrado especificamente no produto vinculado à escala. Essa definição acontece automaticamente, sem intervenção do operador.

Criação automática de carcaça

Em filiais configuradas para trabalhar com linha parcial não rastreada por volume, se a carcaça não for localizada no sistema, ela é criada automaticamente com um código de manejo gerado a partir dos dois primeiros dígitos do lote mais um número sequencial, e com uma sequência de cabeça baseada na última utilizada no dia. Essa carcaça criada automaticamente já recebe o mercado interno padrão e é gravada imediatamente. Para todas as demais filiais, a ausência da carcaça no sistema simplesmente gera um erro impedindo a continuidade.

Cálculo dos mercados liberados

Ao salvar a inspeção, o sistema verifica todas as ocorrências informadas (motivo, parte afetada e destino). Se qualquer uma delas não tiver liberação cadastrada para o DIF, o sistema substitui todos os mercados da carcaça pelo mercado interno padrão. Caso todas as ocorrências tenham liberação, o sistema mantém apenas os mercados cujas regras aceitem todas as ocorrências informadas.

Ajuste automático de pesos

Antes de salvar, o sistema corrige pesos incompletos: se o peso “antes” de uma banda estiver zerado mas o peso “depois” da mesma banda tiver valor, o sistema copia o valor de “depois” para “antes” (e vice-versa). Essa correção é aplicada tanto na Banda 1 quanto na Banda 2.

Gravação do processamento

Ao confirmar a inspeção, o sistema executa, nessa ordem: atualização do cadastro da carcaça com status, pesos, ocorrências, classificação e mercados liberados; criação do romaneio de abate; e criação dos volumes vinculados a esse romaneio.

Quando o romaneio é gravado de forma definitiva

Isso acontece sempre que a filial trabalha com perfil de abate 4 (independentemente do resultado da inspeção) ou sempre que o resultado da inspeção é Sequestrado. Nos demais casos, o romaneio é montado apenas temporariamente, para ser enviado ao ERP, sem ficar gravado de forma definitiva no sistema local.

Como o sistema decide qual perfil de abate usar nessa regra

Primeiro, o sistema verifica o perfil de abate cadastrado diretamente na filial. Se a filial não tiver nenhum perfil definido, o sistema busca o perfil configurado na linha de produção vinculada à escala da carcaça em processamento. Se nem a linha de produção tiver um perfil configurado, a carcaça segue o comportamento padrão do sistema, sem os efeitos automáticos específicos do perfil 4.

Câmara de destino do romaneio

É definida a partir do código informado no campo Destino Carcaça, que o sistema usa para localizar a câmara correspondente dentro da filial.

Localização da escala para fechar o processamento

O sistema tenta localizar a escala de duas formas, na ordem: primeiro pela combinação da chave de produção com o lote efetivo (que deve ser igual ao lote da carcaça); se não encontrar, tenta pela combinação da chave de produção com o produto e a referência. Se nenhuma das duas tentativas encontrar a escala, o sistema exibe “Escala não encontrada para DIF”. Se a escala for encontrada mas não tiver um lote efetivo de produção, o sistema exibe “Escala modificada não pode produzir”.

Reaproveitamento de produto ao sequestrar

Quando uma carcaça é sequestrada e o produto/referência não vêm informados na solicitação enviada pelo aplicativo, o sistema utiliza automaticamente o produto e a referência já gravados anteriormente no cadastro da carcaça, evitando falhas na localização da escala nesse cenário.

Envio ao ERP e impressão de etiquetas

Ao condenar uma carcaça, o sistema envia o romaneio para o ERP da empresa — se esse envio falhar, o erro é tratado apenas como um alerta e não interrompe o processo, e o sistema aciona a impressão da etiqueta no layout “dif_condenar”. Ao sequestrar uma carcaça, o sistema aciona a impressão da etiqueta no layout “dif_sequestrar”. Em ambos os casos, a impressão considera apenas os volumes que não estejam marcados com um código de verificação “AN”; se a impressão falhar por qualquer motivo, essa falha não gera mensagem de erro para o operador.

Integrações automáticas da rotina

Sistema envolvido Direção O que acontece
Servidor da filial Aplicativo envia e recebe Consulta da sequência, envio do processamento da inspeção, exclusão de registros
ERP externo da empresa Servidor envia Envio do romaneio ao condenar uma carcaça; comando de remoção ao excluir uma carcaça com status Condenado ou Sequestrado
Impressora de etiquetas Servidor envia Impressão do layout “dif_condenar” ao condenar; impressão do layout “dif_sequestrar” ao sequestrar
Balança Balança envia ao aplicativo Captura automática dos pesos da Banda 1 e da Banda 2, quando há balança disponível
Leitor de código de barras (scanner) Scanner envia ao aplicativo Leitura da sequência da carcaça, substituindo a digitação manual
09 — REGRAS DE NEGÓCIO E RESTRIÇÕES DO DIF

Regras de Negócio e Restrições do DIF

Regra 1

Perfil de abate define o comportamento da tela

O perfil de abate configurado para a filial (4, 8 ou outro) muda a forma como a sequência é informada, como o produto é definido e como o romaneio é gravado. No perfil 4, é obrigatório selecionar uma escala antes de qualquer sequência e o menu “Escalas” fica disponível. No perfil 8, o produto é atribuído automaticamente pelo sistema. Nos demais perfis, o comportamento é o padrão, sem essas particularidades.

Regra 2

Escala obrigatória no perfil 4

Em filiais com perfil de abate 4, nenhuma sequência de carcaça pode ser informada sem que uma escala tenha sido selecionada antes. A tentativa de burlar essa ordem é bloqueada com a mensagem “Selecione uma escala”.

Regra 3

Escalas sem lote não podem ser usadas

Uma escala sem número de lote preenchido não pode ser selecionada pelo operador; o sistema exibe o aviso “Escala sem lote” e impede a seleção.

Regra 4

Escalas incompletas são ocultadas da lista

Escalas sem sexo definido ou sem produto cadastrado não aparecem na lista de escalas disponíveis para seleção, evitando que o operador escolha uma escala com dados insuficientes para o processamento.

Regra 5

Não repetição de valores entre os campos de ocorrência

Os campos de ocorrência da tela (motivo da inspeção, parte afetada e destino carcaça) não podem receber o mesmo valor em mais de um campo ao mesmo tempo. Uma tentativa de repetição é simplesmente bloqueada pelo sistema, sem mensagem visível.

Regra 6

Campos obrigatórios antes do envio

O motivo da inspeção e a parte afetada são sempre obrigatórios. O destino da carcaça é obrigatório em todos os casos, exceto quando a ação escolhida for Liberar. O sistema impede o envio e exibe a mensagem correspondente enquanto qualquer um desses campos estiver pendente.

Regra 7

Tara aplicada conforme configuração da filial

O valor de tara usado nos cálculos de pesagem depende de uma configuração da filial: pode ser um valor fixo definido para toda a empresa ou o valor cadastrado especificamente no produto da escala. Essa decisão é automática e não depende de ação do operador.

Regra 8

Criação automática de carcaça é exclusiva de certas filiais

Somente filiais configuradas para trabalhar com linha parcial não rastreada por volume têm suas carcaças criadas automaticamente quando não encontradas. Em todas as demais filiais, a ausência da carcaça no sistema é tratada como erro, impedindo a continuidade da inspeção.

Regra 9

Bloqueios de consulta protegem a rastreabilidade

Uma carcaça não pode ser carregada na tela do DIF se: já estiver em uma fila de processamento de tipificação, já tiver sido processada anteriormente, já tiver cobertura e conformação preenchidas, ou já possuir romaneio sem status Sequestrado/Condenado. Essas travas evitam reprocessamento indevido da mesma carcaça.

Regra 10

Mercados liberados dependem das ocorrências informadas

Se qualquer ocorrência informada na inspeção não tiver liberação cadastrada para o DIF, todos os mercados da carcaça são substituídos pelo mercado interno padrão. Caso contrário, só permanecem os mercados compatíveis com todas as ocorrências informadas.

Regra 11

Pesos incompletos são corrigidos automaticamente

Se o peso “antes” de uma banda ficar zerado mas o peso “depois” da mesma banda tiver valor, o sistema copia automaticamente o valor de “depois” para “antes” antes de salvar (e o mesmo ocorre no sentido inverso). Essa regra vale para a Banda 1 e para a Banda 2 separadamente.

Regra 12

Gravação definitiva do romaneio depende do perfil e do status

O romaneio de uma carcaça é gravado de forma definitiva no sistema sempre que a filial trabalha com perfil de abate 4 (qualquer que seja o resultado da inspeção) ou sempre que o resultado for Sequestrado. Nos demais casos, o romaneio existe apenas de forma temporária, para envio ao ERP.

Regra 13

Ordem de busca do perfil de abate usado na Regra 12

Para decidir se o romaneio deve ser gravado de forma definitiva, o sistema verifica primeiro o perfil cadastrado na filial; se a filial não tiver perfil definido, verifica o perfil da linha de produção vinculada à escala da carcaça; se nenhum dos dois estiver definido, a carcaça segue o comportamento padrão, sem os efeitos automáticos do perfil 4.

Regra 14

Reaproveitamento de produto ao sequestrar

Ao processar o sequestro de uma carcaça, se o produto e a referência não vierem informados na solicitação, o sistema reaproveita automaticamente o produto e a referência já registrados anteriormente no cadastro da carcaça, evitando falha na localização da escala.

Regra 15

Restrições na exclusão de carcaças processadas

Uma carcaça com status diferente de Sequestrado que já possua romaneio pesado não pode ser excluída — o sistema bloqueia com a mensagem “DIF liberado já pesado”. Apenas carcaças com status Sequestrado têm romaneio e volumes efetivamente removidos do sistema na exclusão. Se o status anterior à exclusão era Condenado ou Sequestrado, o sistema envia automaticamente um comando de remoção ao ERP.

Regra 16

Lista de carcaças processadas é filtrada por limite de abate de emergência

A Lista de Carcaças Processadas só exibe carcaças com status Liberado, Sequestrado ou Condenado cuja sequência de cabeça esteja abaixo do limite de abate de emergência configurado para a filial.

Regra 17

Classificação negativa é tratada como padrão

Qualquer código de classificação negativo informado é tratado pelo sistema como 0, que representa a classificação padrão.

Regra 18

Cálculo da idade da carcaça em meses

A idade em meses exibida para a carcaça é calculada pela diferença entre a data de abate e a data de nascimento do animal, dividida por 30 (usando divisão inteira, sem casas decimais). Se a data de nascimento estiver vazia ou tiver um ano inválido (igual a 1), a idade exibida é sempre 0.

Regra 19

Número de lote usado no envio do processamento

Se uma escala estiver selecionada, o sistema usa o número de lote da escala no envio; se esse número for inválido, usa o lote já registrado na carcaça como alternativa. Se nenhuma escala estiver selecionada, o sistema usa diretamente o lote da carcaça.

Regra 20

Sequência tratada como número inteiro no perfil 4

Em filiais com perfil de abate 4, a sequência informada é sempre tratada como um número inteiro. Se essa sequência já tiver sido usada por outra carcaça no mesmo dia e filial, o sistema recusa a operação com a mensagem “sisbov já utilizado”.

NA PÁGINA

  • Visão Geral do DIF
  • Vídeo Tutorial do DIF
  • Pré-requisitos e Contexto de Acesso do DIF
  • Processo de Criação — Passo a Passo do DIF
  • Descrição de Cada Campo da Tela do DIF
  • Utilização e Consulta de Registros do DIF
  • Processo de Edição do DIF
  • Estrutura Técnica e Comportamento do Sistema do DIF
  • Regras de Negócio e Restrições do DIF

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