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Por que preciso alterar manualmente o perfil tributário do item para que os dados fiscais sejam preenchidos na nota?

DÚVIDA · ESCRITA FISCAL Por que os dados fiscais (CFOP, CST, IPI) não são preenchidos automaticamente no lançamento da nota? Quando o perfil tributário do item não está configurado, o movimento não consegue buscar os dados fiscais e a nota fica sem CFOP, CST e demais informações obrigatórias. Contexto Produto/Módulo: ERP Atak — Escrita Fiscal Situação: Ao lançar uma nota fiscal, o usuário percebe que campos como CFOP, CST e IPI ficam em branco — o sistema não os preenche automaticamente como esperado. Condição: O item da nota não possui perfil tributário devidamente configurado, impedindo que o movimento localize a tabela de tributação correspondente. Termos relevantes: CFOP (Código Fiscal de Operações e Prestações — identifica a natureza da operação fiscal); CST (Código de Situação Tributária — indica o tratamento do ICMS ou IPI sobre o item); IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados); perfil tributário do item (configuração que vincula o item à tabela de tributação utilizada pelo movimento para buscar os dados fiscais); TMV (Tipo de Movimento — define o comportamento fiscal de cada operação). Por que isso acontece? O movimento utiliza a tabela de tributação vinculada ao perfil tributário do item para preencher automaticamente os dados fiscais obrigatórios — entre eles o CFOP, o CST e outros tributos. Quando esse perfil não está configurado, o sistema não consegue localizar a tabela de tributação correspondente e a nota é lançada sem as informações fiscais necessárias. O mesmo comportamento ocorre quando a configuração do perfil tributário está incompleta — não apenas ausente. Nos casos analisados, a falta do preenchimento afetou simultaneamente múltiplos campos fiscais (CFOP, CST, IPI), pois todos dependem da mesma origem: a tabela de tributação acessada via perfil do item. Como resolver? 1 Identifique os dados do documento e do item com problema Anote o número e a série do documento fiscal afetado, além do item e do código de produto indicados na mensagem ou na nota sem preenchimento automático. Essas informações serão necessárias para o suporte realizar a análise. 2 Abra um chamado para o suporte configurar o perfil tributário do item Abra um chamado em: https://atak.movidesk.com informando: o número e a série do documento fiscal afetado; o item e o código de produto com a pendência; e os campos fiscais que não foram preenchidos automaticamente (CFOP, CST, IPI ou outros). Caso o documento não seja de natureza fiscal e possa ter um modelo fiscal associado de forma indevida, informe essa possibilidade ao suporte para que a análise considere também o modelo fiscal configurado na sequência de numeração do documento. 3 Após o ajuste: desatualize o documento e reimporte para o lote Depois que o suporte concluir a configuração do perfil tributário, desatualize o documento afetado e reimporte-o para o lote da escrita fiscal. Essa etapa é necessária para que os dados fiscais sejam preenchidos corretamente e a operação seja concluída com sucesso. Como evitar no futuro? Ao cadastrar um novo item no sistema, verifique se o perfil tributário está devidamente configurado antes de utilizá-lo em operações fiscais. Ao incluir novos produtos em movimentos fiscais, faça um lançamento de teste e confirme que CFOP, CST e demais campos são preenchidos automaticamente. Se identificar notas lançadas sem dados fiscais, não tente importá-las para o lote antes de corrigir a configuração — o sistema bloqueará a operação e exigirá a reimportação de qualquer forma. Informe o suporte também se o documento não for de natureza fiscal, pois um modelo fiscal associado de forma indevida pode ser a causa do comportamento. Conteúdo relacionado →Manual: Erro “Documento fiscal sem CFOP” na importação do lote da Escrita Fiscal Atenção — Aviso de escopo: As causas e soluções acima são baseadas exclusivamente nos atendimentos analisados. Situações não listadas devem ser abertas como novo chamado em: https://atak.movidesk.com

Como atualizar alíquotas de Funrural, GILRAT e RAC na tributação por TMV

MÓDULO: Customização Local / Escrita Fiscal Como alterar alíquotas de tributos na tabela de tributação por TMV Saiba como atualizar manualmente alíquotas de tributos nos movimentos fiscais quando há mudança de legislação ou parâmetro. Visão geral Este manual se aplica quando é necessário atualizar as alíquotas de tributos — como Funrural, GILRAT, RAC ou similares — nos movimentos fiscais do sistema em razão de uma mudança legal ou de parâmetro interno. O processo é realizado diretamente pelo usuário do setor responsável (fiscal ou contabilidade) na data desejada para que a vigência seja respeitada. O sistema não possui funcionalidade de agendamento automático de alteração de alíquotas: o ajuste precisa ser feito manualmente. Quando utilizar Utilize este procedimento sempre que uma nova alíquota entrar em vigor e precisar ser refletida nas emissões dos movimentos fiscais, garantindo que as notas geradas a partir daquela data carreguem os valores corretos. Pré-requisitos Acesso ao módulo de Escrita Fiscal para alteração da tributação por TMV Acesso ao cadastro de impostos para alteração de alíquota de tributos do tipo desconto Como funciona O sistema preenche os dados de tributação das notas fiscais buscando os valores conforme a configuração do movimento. Não existe uma regra fixa por “tipo de imposto”, cada movimento pode estar configurado para buscar a alíquota na tabela de tributação por TMV ou no cadastro do imposto (quando o tributo é do tipo cadastrado, como o RAC). Por isso, antes de alterar uma alíquota, é preciso verificar em qual configuração aquele movimento específico está buscando o valor. Passo a passo 1 Alterar alíquota de Funrural ou GILRAT na tabela de tributação Acesse a rotina de tributação por TMV dentro do módulo de Escrita Fiscal. Localize os movimentos que precisam ter a alíquota atualizada, adicione os tributos correspondentes (Funrural e GILRAT), altere o valor da alíquota para o novo percentual e salve as alterações. ⚠ Importante O valor que aparece no campo auxiliar dos movimentos vem diretamente do cálculo configurado nessa tabela de tributação. A alteração passa a valer imediatamente para as notas emitidas após o ajuste. 2 Alterar alíquota de tributo do tipo desconto (ex.: RAC) Verifique primeiro se o movimento está configurado para buscar a alíquota do RAC pelo cadastro do imposto ou pela tabela de tributação, isso varia conforme a configuração de cada movimento. Se for pelo cadastro do imposto, acesse o cadastro de impostos, localize o tributo desejado, altere o valor da alíquota para o novo percentual e salve. Se for pela tabela de tributação, siga o mesmo procedimento do Passo 1. 3 Verificar o texto de rodapé das notas fiscais Caso o movimento possua texto de rodapé que mencione os percentuais dos tributos, esse texto é gerado por um script vinculado ao movimento e não será atualizado automaticamente pela alteração das alíquotas. Se o rodapé precisar refletir os novos valores, abra um chamado em: atak.movidesk.com solicitando a atualização do script de mensagem nos movimentos afetados. Conteúdos relacionados →Dúvida: Por que preciso alterar manualmente as alíquotas de Funrural, GILRAT e RAC no sistema? →Dúvida: Por que o valor do tributo no campo da nota está errado? 📌 Observações O sistema não possui funcionalidade de agendamento para troca de alíquotas: a alteração deve ser realizada manualmente pelo usuário responsável no dia em que a nova vigência entrar em vigor. Recomenda-se realizar os ajustes em ambiente de teste antes de aplicar em produção para validar que os valores das notas estão sendo gerados corretamente com as novas alíquotas. ⚠ Atenção — Aviso de Escopo As causas e soluções acima são baseadas exclusivamente nos atendimentos analisados. Situações não listadas devem ser abertas como novo chamado em: atak.movidesk.com

Por que preciso alterar manualmente as alíquotas de Funrural, GILRAT e RAC no sistema?

DÚVIDA · CUSTOMIZAÇÃO LOCAL / ESCRITA FISCAL Por que o sistema não atualiza automaticamente as alíquotas dos tributos quando há mudança de legislação? O sistema não possui agendamento automático de alíquotas: a atualização deve ser feita manualmente pelo usuário responsável na data de vigência. Contexto Produto/Módulo: ERP Atak — Customização Local / Escrita Fiscal Situação: Uma nova alíquota de tributo entrou em vigor e o usuário espera que o sistema aplique o novo percentual automaticamente nas emissões a partir daquela data. Condição: O sistema não possui funcionalidade de agendamento de troca de alíquotas; qualquer atualização depende de ação manual do usuário responsável. Termos relevantes: TMV (Tipo de Movimento — define o comportamento fiscal de cada operação); Funrural e GILRAT (tributos configurados na tabela de tributação por TMV); RAC (exemplo de tributo do tipo desconto, configurado no cadastro de impostos). Como funciona? O sistema preenche os dados de tributação das notas fiscais buscando os valores configurados na tabela de tributação vinculada ao movimento no momento da emissão. Não existe mecanismo de vigência futura nem agendamento automático: o valor utilizado é sempre o que está cadastrado no instante em que a nota é gerada. Por isso, a alteração precisa ser feita manualmente pelo usuário responsável no próprio dia em que a nova alíquota entrar em vigor. Ajustes realizados antes da data pretendida passam a valer imediatamente, podendo afetar emissões anteriores à mudança legislativa. Cada tipo de tributo tem um local específico de configuração: Funrural e GILRAT são ajustados na tabela de tributação por TMV (módulo Escrita Fiscal), enquanto tributos do tipo desconto — como o RAC — são ajustados diretamente no cadastro de impostos. Como evitar problemas no futuro? Identifique com antecedência quais tributos serão afetados pela mudança e em qual local do sistema cada um é configurado (tabela de tributação por TMV ou cadastro de impostos). Programe a alteração manual para ser realizada no primeiro dia de vigência, antes de qualquer emissão naquela data. Valide em ambiente de teste antes de aplicar em produção, conferindo se os valores das notas geradas refletem corretamente as novas alíquotas. Verifique se os movimentos afetados possuem texto de rodapé que menciona percentuais de tributos: esses textos são gerados por scripts e não são atualizados automaticamente junto com as alíquotas — acione o suporte para ajustar o script se necessário. Documente internamente as datas de vigência e os tributos alterados para facilitar auditorias e revisões futuras. Conteúdo relacionado →Manual: Como atualizar alíquotas de Funrural, GILRAT e RAC na tributação por TMV Atenção — Aviso de escopo: As causas e soluções acima são baseadas exclusivamente nos atendimentos analisados. Situações não listadas devem ser abertas como novo chamado em: https://atak.movidesk.com

Por que o valor do tributo no campo da nota está errado?

DÚVIDA · CUSTOMIZAÇÃO LOCAL / ESCRITA FISCAL O que fazer quando o campo de um tributo está apresentando valor incorreto nas notas? O valor do campo de tributos vem diretamente da tabela de tributação vinculada ao movimento; corrigir o local certo resolve o problema nas próximas emissões. Contexto Produto/Módulo: ERP Atak — Customização Local / Escrita Fiscal Situação: O usuário identifica que o campo auxiliar de um tributo — como Funrural, GILRAT ou RAC — está exibindo um percentual ou valor diferente do esperado nas notas fiscais emitidas. Condição: A origem do dado incorreto é a configuração de alíquota no local de cadastro do tributo; o sistema usa esse valor sem nenhum cálculo adicional. Termos relevantes: TMV (Tipo de Movimento — define o comportamento fiscal de cada operação); Funrural e GILRAT (tributos com alíquota configurada na tabela de tributação por TMV); RAC (exemplo de tributo do tipo desconto, com alíquota configurada no cadastro de impostos); campo auxiliar (campo que exibe o valor calculado de um tributo no lançamento da nota). Por que isso acontece? O valor exibido no campo auxiliar de um tributo é calculado diretamente a partir da alíquota configurada na tabela de tributação vinculada ao movimento (TMV) ou no cadastro do próprio imposto. Se esse valor está incorreto, a configuração no local correspondente está desatualizada — seja porque houve uma mudança de legislação não aplicada, seja porque o valor foi cadastrado com erro. Como resolver? 1 Identifique o tipo do tributo com valor incorreto Verifique se o tributo é Funrural ou GILRAT — ou se é um tributo do tipo desconto, como o RAC. Essa distinção define em qual local do sistema a correção deve ser feita. 2 Se o tributo for Funrural ou GILRAT: corrija na tabela de tributação por TMV Acesse a rotina de tributação por TMV no módulo de Escrita Fiscal. Localize os movimentos afetados, corrija o valor da alíquota do tributo correspondente e salve. A alteração passa a valer imediatamente nas próximas emissões. 3 Se o tributo for do tipo desconto (ex.: RAC): corrija no cadastro de impostos Acesse o cadastro de impostos, localize o tributo com valor incorreto, altere a alíquota para o percentual correto e salve. Assim como no passo anterior, a correção entra em vigor imediatamente. 4 Se o texto de rodapé da nota também estiver com valor incorreto O texto de rodapé é gerado por um script vinculado ao movimento e não é atualizado automaticamente pela correção da alíquota. Abra um chamado em: https://atak.movidesk.com informando os movimentos afetados e solicitando a atualização do script de mensagem de rodapé. Como evitar no futuro? Sempre que houver mudança de legislação, identifique antecipadamente o tipo de cada tributo afetado para saber o local correto de ajuste. Valide em ambiente de teste após qualquer alteração de alíquota, conferindo se o campo auxiliar das notas exibe o valor esperado. Ao corrigir alíquotas, verifique também se há texto de rodapé nos movimentos afetados que menciona percentuais — esses scripts precisam de atualização separada pelo suporte. Realize os ajustes no próprio dia de vigência da nova alíquota, pois o sistema aplica o valor cadastrado imediatamente, sem suporte a datas futuras. Conteúdo relacionado →Manual: Como atualizar alíquotas de Funrural, GILRAT e RAC na tributação por TMV Atenção — Aviso de escopo: As causas e soluções acima são baseadas exclusivamente nos atendimentos analisados. Situações não listadas devem ser abertas como novo chamado em: https://atak.movidesk.com

Rejeições NF-e: Como resolver?

MÓDULO: Fiscal / NF-e Como resolver rejeições na emissão de NF-e — Guia completo de códigos SEFAZ Referência completa de causas e soluções para os códigos de rejeição de NF-e e NFC-e retornados pela SEFAZ, organizados por tema. Este documento reúne, em blocos independentes e autocontidos, todos os códigos de rejeição de NF-e e NFC-e retornados pela SEFAZ durante a transmissão, o cancelamento ou o registro de eventos. Cada bloco traz o tema, os códigos cobertos, a causa confirmada, a solução e quem é o responsável pela correção. Use os blocos individualmente para responder perguntas específicas sobre um código ou tema de rejeição de NF-e. ⚠ Importante Rejeição vs. Denegação: Na rejeição, a NF-e não é armazenada e o número pode ser reaproveitado após a correção. Na denegação (código 205), o número fica comprometido e não pode ser reutilizado; é necessário regularizar a situação fiscal antes de emitir novamente. Serviço e Disponibilidade Sintoma Ao transmitir a NF-e, o webservice da SEFAZ retorna rejeição indicando que o serviço está paralisado momentaneamente ou sem previsão de retorno. Causa confirmada O webservice da SEFAZ está temporariamente indisponível ou em manutenção. Solução Aguarde alguns minutos e tente novamente. Se a indisponibilidade persistir, ative o modo de contingência (SVC-AN ou SVC-RS conforme a UF do emitente). Quem resolve Cliente, aguardando a normalização do serviço ou ativando contingência. Estrutura XML e Schema Sintoma A SEFAZ rejeita a NF-e por falha no schema XML, versão não suportada ou problemas estruturais no arquivo enviado. Causa confirmada Erros estruturais: O XML enviado contém erro estrutural: encoding incorreto, tags mal formadas, atributos inválidos, namespace incorreto, ausência de tag raiz ou de atributo de versão. Namespace: O XML utiliza prefixo de namespace não permitido ou namespace diferente do padrão da NF-e (http://www.portalfiscal.inf.br/nfe). Caracteres de edição: O XML contém caracteres de edição (espaços, quebras de linha) indevidos entre tags ou no início/fim da mensagem. Versão não suportada: A versão declarada no atributo versao não é suportada pelo webservice. Solução Valide o XML contra o XSD oficial da NF-e (versão 4.00). Verifique: encoding UTF-8, tags sem fechamento, caracteres especiais não escapados (&amp; para &, &lt; para <, &gt; para >), espaços indevidos entre tags. Use apenas o namespace padrão da NF-e, sem prefixos. Gere o XML sem formatação (sem indentação ou quebras de linha desnecessárias). Para o código de versão não suportada, atualize o sistema para usar a versão 4.00 do leiaute da NF-e. Quem resolve Suporte técnico. Abra chamado em: atak.movidesk.com Ambiente e UF Autorizadora Sintoma A SEFAZ rejeita a NF-e indicando que o ambiente declarado, a UF do emitente ou o código do órgão divergem do webservice que recebeu a transmissão. Causa confirmada O campo tpAmb (1=Produção, 2=Homologação) está inconsistente com o webservice acessado, ou o código de UF (cUF) informado não corresponde ao webservice autorizador. Solução Confirme que o XML de produção (tpAmb=1) é enviado ao endpoint de produção, e o XML de homologação (tpAmb=2) ao endpoint de homologação. Verifique o código de UF e envie a NF-e ao webservice correto para a UF do emitente. Para rejeição por versão não suportada, atualize o sistema para o leiaute 4.00. Quem resolve Suporte técnico. Abra chamado em: atak.movidesk.com Certificado Digital Sintoma A SEFAZ rejeita a NF-e indicando que o certificado digital de transmissão ou de assinatura está inválido, vencido, revogado, com erro na cadeia de certificação ou sem extensão ICP-Brasil. Causa confirmada Certificado de transmissão: O certificado digital de transmissão está inválido, vencido, revogado, sem CNPJ/CPF, com cadeia de certificação incorreta, sem extensão ICP-Brasil ou com erro no acesso à Lista de Certificados Revogados (LCR). Certificado de assinatura: O certificado digital de assinatura do XML está inválido, vencido, revogado ou com erro na cadeia de certificação. Assinatura divergente: A assinatura digital não confere com o conteúdo assinado — o XML foi alterado após a assinatura. Padrão do sistema: A assinatura não segue o padrão da NF-e; o atributo Reference URI não referencia corretamente o Id da tag infNFe. Solução Para certificados de transmissão inválidos: renove ou substitua o certificado digital por um ICP-Brasil válido, não vencido e não revogado. Para assinatura divergente: assine o XML somente após o preenchimento completo e não modifique o arquivo após a assinatura. Para padrão incorreto: corrija o atributo Reference URI para referenciar o Id da tag infNFe. Quem resolve Suporte técnico. Abra chamado em: atak.movidesk.com CNPJ e CPF Sintoma A SEFAZ rejeita a NF-e indicando que um CNPJ ou CPF informado é inválido — pode ser do emitente, destinatário, transportador, local de retirada, local de entrega, intermediador, responsável técnico ou de NF referenciada. Causa confirmada O CNPJ ou CPF informado possui dígito verificador incorreto, está zerado, com formatação (pontos, barras, hífens) ou é uma sequência inválida. CNPJ-Base vs. certificado: O CNPJ-Base (8 primeiros dígitos) do certificado digital difere do CNPJ-Base do emitente informado na NF-e. CPF vs. certificado: O CPF informado como emitente difere do CPF do certificado digital usado para assinar o XML. Solução Para CNPJ: informe 14 dígitos numéricos sem formatação, com dígitos verificadores matematicamente válidos. Para CPF: informe 11 dígitos numéricos sem formatação, com dígitos verificadores válidos; não use sequências repetidas. Para divergência CNPJ-Base/certificado: use o certificado digital do próprio emitente ou da matriz (mesmo CNPJ-Base). Quem resolve Cliente, ao corrigir o cadastro correspondente antes de retransmitir. Inscrição Estadual (IE) Sintoma A SEFAZ rejeita a NF-e indicando que a IE do emitente, destinatário, substituto tributário ou transportador é inválida, não foi informada, não está cadastrada, não está vinculada ao CNPJ/CPF ou não está ativa na UF. Causa confirmada A IE está com formato inválido, dígito verificador incorreto, ausente, não cadastrada na SEFAZ da UF correspondente, não vinculada ao CNPJ/CPF, não ativa, ou foi informada de forma indevida (ex.: ISENTO para emitente com IE obrigatória, ou IE de destinatário estrangeiro). Solução Para IE inválida: verifique o formato correto da IE para a UF informada e corrija o dígito verificador. Para IE não cadastrada ou não vinculada: regularize o cadastro junto à SEFAZ da UF do emitente ou destinatário. Para IE não informada

FAQ de rejeições NF-e

DÚVIDA · NF-E O que significa cada rejeição da NF-e? Lista de todas as rejeições de NF-e e a mensagem exibida pela SEFAZ para cada uma. Contexto Situação: Rejeição retornada pela SEFAZ durante transmissão, cancelamento ou evento de NF-e Lista de rejeições →Rejeição 108O que é: Serviço Paralisado Momentaneamente (curto prazo) →Rejeição 109O que é: Serviço Paralisado sem Previsão →Rejeição 142O que é: Ambiente de Contingência EPEC bloqueado para o Emitente →Rejeição 201O que é: Número máximo de numeração a inutilizar ultrapassou o limite →Rejeição 203O que é: Emissor não habilitado para emissão da NF-e →Rejeição 204O que é: Duplicidade de NF-e [nRec:999999999999999] →Rejeição 205O que é: NF-e está denegada na base de dados da SEFAZ →Rejeição 206O que é: NF-e já está inutilizada na Base de Dados da SEFAZ →Rejeição 207O que é: CNPJ do emitente inválido →Rejeição 208O que é: CNPJ do destinatário inválido →Rejeição 209O que é: IE do emitente inválida →Rejeição 210O que é: IE do destinatário inválida →Rejeição 211O que é: IE do substituto inválida →Rejeição 212O que é: Data de emissão NF-e posterior a data de recebimento →Rejeição 213O que é: CNPJ-Base do Emitente difere do CNPJ-Base do Certificado Digital →Rejeição 214O que é: Tamanho da mensagem excedeu o limite estabelecido →Rejeição 215O que é: Falha no schema XML →Rejeição 217O que é: NF-e não consta na base de dados da SEFAZ →Rejeição 218O que é: NF-e já está cancelada na base de dados da SEFAZ →Rejeição 219O que é: Circulação da NF-e verificada →Rejeição 220O que é: Destinatário com identificação igual à identificação do emitente →Rejeição 221O que é: Confirmado o recebimento da NF-e pelo destinatário →Rejeição 222O que é: Protocolo de Autorização de Uso difere do cadastrado →Rejeição 223O que é: CNPJ/CPF do transmissor do lote difere do CNPJ/CPF do transmissor da consulta →Rejeição 224O que é: A faixa inicial é maior que a faixa final →Rejeição 225O que é: Falha no Schema XML do lote de NFe →Rejeição 226O que é: Código da UF do Emitente diverge da UF autorizadora →Rejeição 227O que é: CPF do Emitente difere do CPF do Certificado Digital →Rejeição 228O que é: Data de Emissão muito atrasada →Rejeição 229O que é: IE do emitente não informada →Rejeição 230O que é: IE do emitente não cadastrada →Rejeição 231O que é: IE do emitente não vinculada ao CNPJ →Rejeição 232O que é: IE do destinatário não informada →Rejeição 233O que é: IE do destinatário não cadastrada →Rejeição 234O que é: IE do destinatário não vinculada ao CNPJ →Rejeição 235O que é: Inscrição SUFRAMA inválida →Rejeição 236O que é: Chave de Acesso com dígito verificador inválido →Rejeição 237O que é: CPF do destinatário inválido →Rejeição 239O que é: Versão do arquivo XML não suportada →Rejeição 240O que é: Irregularidade Fiscal do Emitente →Rejeição 241O que é: Um número da faixa já foi utilizado →Rejeição 243O que é: XML Mal Formado →Rejeição 244O que é: Processo de Emissão pelo Contribuinte incompatível com a Série →Rejeição 245O que é: CNPJ Emitente não cadastrado →Rejeição 246O que é: CNPJ Destinatário não cadastrado →Rejeição 247O que é: Sigla da UF do Emitente diverge da UF autorizadora →Rejeição 248O que é: UF do Recibo diverge da UF autorizadora →Rejeição 249O que é: UF da Chave de Acesso diverge da UF autorizadora →Rejeição 250O que é: UF diverge da UF autorizadora →Rejeição 251O que é: UF/Município destinatário não pertence a SUFRAMA →Rejeição 252O que é: Ambiente informado diverge do Ambiente de recebimento →Rejeição 253O que é: Digito Verificador da chave de acesso composta inválida →Rejeição 254O que é: NF-e complementar não possui NF referenciada →Rejeição 255O que é: NF-e complementar possui mais de uma NF referenciada →Rejeição 256O que é: Uma NF-e da faixa já está inutilizada na Base de dados da SEFAZ →Rejeição 257O que é: Solicitante não habilitado para emissão da NF-e →Rejeição 258O que é: CNPJ da consulta inválido →Rejeição 259O que é: CNPJ da consulta não cadastrado como contribuinte na UF →Rejeição 260O que é: IE da consulta inválida →Rejeição 261O que é: IE da consulta não cadastrada como contribuinte na UF →Rejeição 262O que é: UF não fornece consulta por CPF →Rejeição 263O que é: CPF da consulta inválido →Rejeição 264O que é: CPF da consulta não cadastrado como contribuinte na UF →Rejeição 265O que é: Sigla da UF da consulta difere da UF do Web Service →Rejeição 266O que é: Série utilizada não permitida no Web Service →Rejeição 267O que é: Chave de Acesso referenciada inexistente [nRef: xxx] →Rejeição 268O que é: NF Complementar referencia uma outra NF-e Complementar →Rejeição 269O que é: CNPJ/CPF Emitente da NF Complementar difere do CNPJ/CPF da →Rejeição 270O que é: Código Município do Fato Gerador de ICMS inexistente →Rejeição 271O que é: Código Município do Fato Gerador: difere da UF do emitente →Rejeição 272O que é: Código Município do Emitente inexistente →Rejeição 273O que é: Código Município do Emitente: difere da UF do emitente →Rejeição 274O que é: Código Município do Destinatário inexistente →Rejeição 275O que é: Código Município do Destinatário: difere da UF do Destinatário →Rejeição 276O que é: Código Município do Local de Retirada inexistente →Rejeição 277O que é: Código Município do Local de Retirada: difere da UF do Local de →Rejeição 278O que é: Código Município do Local de Entrega inexistente →Rejeição 279O que é: Código Município do Local de Entrega: difere da UF do Local de →Rejeição 280O que é: Certificado Transmissor inválido →Rejeição 281O que é: Certificado Transmissor Data Validade →Rejeição 282O que é: Certificado Transmissor sem CNPJ/CPF →Rejeição 283O que é: Certificado Transmissor – erro Cadeia de Certificação →Rejeição 284O que é: Certificado Transmissor revogado →Rejeição 285O que é: Certificado Transmissor difere ICP-Brasil →Rejeição 286O que é: Certificado Transmissor erro no acesso a LCR →Rejeição 287O que é: Código Município do Fato Gerador de ISSQN inexistente [nItem:nnn] →Rejeição 288O que é: Código Município do Fato Gerador do Transporte inexistente →Rejeição 289O que é: Código da UF informada diverge da UF solicitada →Rejeição 290O que é: Certificado

Como cadastrar regra de conversão de unidade no ERP Atak

Regra de Conversão de Unidades Este documento orienta sobre a configuração da regra de conversão de unidades no sistema Atak ERP. Esta rotina deve ser utilizada sempre que houver necessidade de determinar a conversão da unidade de estoque ou de entrada de um produto para outra unidade de comercialização. Visão geral Para que o sistema processe a conversão corretamente, é necessário estabelecer o valor de uma unidade de origem em relação à unidade de destino por meio da relação multiplicativa entre os campos de quantidade. Pré-requisitos Cadastro prévio das unidades de medida que serão utilizadas na conversão. Permissão de acesso à rotina de regra de conversão no cadastro do item. Aplicação A configuração desta regra aplica-se aos seguintes cenários: Quando o item é comercializado em formatos distintos (por exemplo, por unidade e por caixa). Quando a nota fiscal importada apresenta uma unidade de medida divergente da utilizada pela empresa para a comercialização interna. Processo de Configuração 1 Acessar o ERP Web Abra o portal do ERP Web e clique na opção Acessar V.1, localizada no quadro ERP Web, no lado esquerdo da página inicial. Após essa ação, será exibida a tela de acesso aos módulos do sistema. 2 Acessar o módulo Estoque Na tela inicial dos módulos localizados na parte inferior da página, selecione o módulo Estoque, identificado pelo ícone de um palete. Após o carregamento da página:   Localize o menu Cadastros; Selecione a rotina Item para abrir o cadastro de produtos. 3 Selecionar o item Localize o item que receberá a configuração da regra de conversão. Em seguida: Selecione o cadastro do item; Clique no botão Edição, localizado no canto superior esquerdo da tela e identificado pelo ícone de uma régua e um lápis. 4 Acessar a aba Regra de Conversão Após abrir a edição do cadastro do item: Localize o menu Dados Relacionados, disponível no lado esquerdo da tela; Selecione a opção Regra de Conversão. 5 Criar uma nova regra Na tela Regra de Conversão, clique no botão Novo, localizado no canto superior esquerdo. Será criada uma nova linha para preenchimento das informações da conversão. Parametrização dos Campos Após acionar a inclusão de uma nova regra, realize o preenchimento dos campos conforme a estrutura descrita a seguir e passo a passo. O cálculo interno efetuado pelo sistema baseia-se na multiplicação sucessiva entre os quatro fatores: ((quantidade origem * qtde Conversão 1) * qtde Conversão 2) * qtde Conversão 3. Identificação das unidades Com a nova linha criada, preencha os campos conforme a finalidade de cada um. Und. Origem: Informe a unidade atualmente utilizada pelo produto, ou seja, a unidade de onde será iniciada a conversão (exemplo: UN ou CX). Und. Conversão: Informe a unidade para a qual a quantidade do produto será convertida (exemplo: CX ou UN). Qtde. Conversão 1: Informe o primeiro fator utilizado no cálculo da conversão. Esse campo representa o fator inicial da multiplicação e normalmente contém o principal índice da conversão. Qtde. Conversão 2: Informe o segundo fator de multiplicação, quando necessário. Caso não exista um segundo fator, mantenha o valor 1, pois ele não altera o resultado do cálculo. Qtde. Conversão 3: Informe o terceiro fator de multiplicação, quando necessário. Caso esse fator não seja utilizado, mantenha o valor 1. Definição das Quantidades Nota: Os valores informados nos campos Qtde. Conversão 1, Qtde. Conversão 2 e Qtde. Conversão 3 devem ser definidos de forma que o resultado da multiplicação corresponda exatamente ao fator de conversão desejado. Quando apenas o primeiro fator for suficiente para representar a conversão, mantenha os demais campos preenchidos com o valor 1, pois esse é um valor neutro e não altera o resultado do cálculo. Finalização 1 Após o correto preenchimento dos campos de unidade e quantidades, marque o campo “Validar conversão” com o valor 1 – Sim para habilitar a validação automática da regra pelo sistema. 2 Clique no botão Salvar, localizado no centro da tela. 3 Para concluir definitivamente o cadastro da regra, clique novamente no botão Salvar, localizado no canto superior esquerdo da página. Conteúdos Relacionados → Dúvida: Por que a conversão de unidade não está sendo aplicada no ERP Atak? → Dúvida: Por que não consigo cadastrar uma regra de conversão de unidade no ERP Atak? → Dúvida: Posso cadastrar mais de uma regra de conversão para o mesmo item no ERP Atak? → Dúvida: O que acontece se eu preencher a regra de conversão de unidade incorretamente no ERP Atak?

Rejeições MDF-e: Como resolver?

MÓDULO: Fiscal / MDF-e Como resolver rejeições na emissão de MDF-e — Guia completo de códigos SEFAZ Guia completo para identificar e corrigir todas as rejeições de MDF-e por tema, da SEFAZ. Visão geral Este manual reúne, em um único documento, todas as rejeições de MDF-e tratadas pela SEFAZ, organizadas por tema: ambiente e UF autorizadora, estrutura XML e schema, chave de acesso, CNPJ/CPF e IE do emitente, cadastro e habilitação, município e UF, data e hora, situação do MDF-e, série e processo de emissão, tipo de emitente e transportador, carregamento posterior, documentos originários (CT-e/NF-e/MDF-e), pagamento do frete, produto predominante, carga lotação, modal rodoviário, condutor e veículo, CIOT, contratantes e tomadores, seguro da carga, vale-pedágio, ANTT e RNTRC, autorizados para download do XML, QR-Code, responsável técnico e CSRT, Provedor de Assinatura (PAA) e Regime Especial NFF. Para cada tema, este guia descreve o sintoma apresentado, a causa confirmada e o passo a passo de correção, indicando se a ação é do cliente, do suporte técnico ou de um órgão externo (SEFAZ, ANTT ou Receita Federal). Ambiente e UF Autorizadora Sintoma A SEFAZ rejeita o MDF-e indicando divergência entre a UF do emitente e a UF autorizadora, ou entre o ambiente declarado no XML (produção/homologação) e o ambiente do webservice de destino. Causa confirmada O MDF-e foi enviado para um ambiente ou UF autorizadora incompatível com o configurado no XML. Passo a passo 1 Verificar o ambiente declarado no XML Verifique o parâmetro que indica o ambiente (produção ou homologação) no XML e confirme se o webservice de destino corresponde ao ambiente declarado. 2 Confirmar a UF autorizadora Confirme se a UF do emitente é a mesma UF do webservice autorizador utilizado na transmissão. 3 Avaliar contingência, se necessário Se a operação envolve UF não habilitada, utilize o SVC-RS como contingência. ⚠ Importante Essa rejeição é tratada pelo suporte técnico. Abra um chamado em: atak.movidesk.com. Estrutura XML e Schema Sintoma A SEFAZ rejeita o MDF-e por falha de schema, indicando que a versão do modal informada não é suportada ou que o XML não está aderente ao schema XSD oficial específico do modal. Causa confirmada O XML não está aderente ao schema XSD oficial do MDF-e ou a versão do modal informada não é suportada pelo ambiente autorizador. Passo a passo 1 Validar o XML contra o schema oficial Valide o XML contra o XSD oficial do MDF-e correspondente ao modal utilizado (rodoviário, aéreo, aquaviário ou ferroviário). 2 Conferir a versão do modal Verifique a tag que informa a versão do modal e confirme que essa versão está na lista de versões aceitas pelo manual de orientação vigente. 3 Confirmar codificação e namespace Confirme que o encoding do XML está em UTF-8 e que o namespace correto está sendo utilizado. ⚠ Importante Abra um chamado em atak.movidesk.com quando a rejeição envolver versão de modal não suportada. Chave de Acesso Sintoma A SEFAZ rejeita o MDF-e indicando erro na composição do campo de identificação, dígito verificador inválido ou ano inválido na chave de acesso. Causa confirmada A chave de acesso de 44 dígitos do MDF-e está com inconsistência: identificação mal formada, ano inválido, dígito verificador calculado incorretamente, ou divergência entre os campos que compõem a chave. Passo a passo 1 Recalcular a chave de acesso Recalcule a chave seguindo a composição oficial: código da UF, ano e mês de emissão, CNPJ ou CPF do emitente, modelo do documento, série, número, forma de emissão, código numérico e dígito verificador. 2 Conferir o literal de identificação Confirme que o campo de identificação começa com o literal correto seguido dos 44 dígitos da chave. 3 Validar o dígito verificador Calcule o dígito verificador pelo algoritmo módulo 11 (base 2,9) e confirme que ele confere com o valor informado na chave. ⚠ Importante Verifique também se o ano informado na chave corresponde à data real de emissão do MDF-e. CNPJ e CPF Sintoma A SEFAZ rejeita o MDF-e indicando que o CNPJ ou o CPF do emitente é inválido. Causa confirmada O CNPJ ou CPF informado para o emitente está com formato inválido — zerado, nulo, com dígito verificador incorreto ou com números repetidos. Passo a passo 1 Conferir o CNPJ ou CPF cadastrado Confirme o CNPJ ou CPF cadastrado para o emitente que está emitindo o MDF-e. 2 Validar o formato e o dígito verificador O CNPJ deve ter 14 dígitos, incluindo zeros não significativos, com dígito verificador válido. O CPF deve ter 11 dígitos com dígito verificador válido e não pode ser uma sequência repetida. ⚠ Importante Corrija o cadastro do emitente antes de tentar nova transmissão. Inscrição Estadual Sintoma A SEFAZ rejeita o MDF-e indicando que a IE do emitente é inválida, não foi informada, não está cadastrada ou não está vinculada ao CNPJ/CPF informado. Causa confirmada A IE do emitente está ausente, com formato inválido, não cadastrada na SEFAZ ou não vinculada ao CNPJ/CPF informado. Passo a passo 1 Verificar a IE no cadastro do emitente Confira a Inscrição Estadual informada no cadastro do emitente. 2 Confirmar a normalização da IE A IE é normalizada com a inclusão de zeros não significativos conforme o formato definido pela UF antes da validação. Confirme que a IE está no formato correto para a UF do emitente. 3 Confirmar vínculo e situação da IE Confirme que a IE está ativa, vinculada ao CNPJ/CPF do emitente e habilitada para emissão de MDF-e. ⚠ Importante Há exceções em que a IE não é exigida: quando a forma de emissão é Regime Especial da NFF, a IE é dispensada; quando o MDF-e é gerado por Provedor de Assinatura (PAA), a IE do emitente é opcional para emitente MEI não inscrito na UF. Cadastro e Habilitação Sintoma A SEFAZ rejeita o MDF-e indicando que o emissor não está habilitado para emissão de MDF-e. Causa confirmada O emitente não está habilitado na base de dados da SEFAZ para emissão de MDF-e. Passo a passo 1 Solicitar credenciamento junto à SEFAZ Solicite à SEFAZ da UF do emitente o credenciamento

FAQ de rejeições MDF-e

DÚVIDA · MDF-E O que significa cada rejeição do MDF-e? Lista de todas as rejeições de MDF-e e a mensagem exibida pela SEFAZ para cada uma. Contexto Situação: Rejeição retornada pela SEFAZ durante transmissão, encerramento ou evento de MDF-e Lista de rejeições →Rejeição 203O que é: Emissor não habilitado para emissão do MDFe →Rejeição 204O que é: Duplicidade de MDFe [nProt: XXX] [dhAut: XXX] →Rejeição 207O que é: CNPJ do emitente inválido →Rejeição 209O que é: IE do emitente inválida →Rejeição 210O que é: CPF do emitente inválido →Rejeição 212O que é: Data/hora de emissão MDFe posterior a data/hora de recebimento →Rejeição 218O que é: MDFe já está cancelado na base de dados da SEFAZ [nProt: XXX] [dhCanc: XXX] →Rejeição 227O que é: Erro na composição do Campo ID →Rejeição 228O que é: Data de emissão muito atrasada →Rejeição 229O que é: IE do emitente não informada →Rejeição 230O que é: IE do emitente não cadastrada →Rejeição 231O que é: IE do emitente não vinculada ao CNPJ/CPF →Rejeição 232O que é: CNPJ do emitente com série incompatível →Rejeição 233O que é: CPF do emitente com série incompatível →Rejeição 234O que é: Tipo de emitente inválido para emitente pessoa física →Rejeição 247O que é: Sigla da UF do Emitente diverge da UF autorizadora →Rejeição 252O que é: Ambiente informado diverge do Ambiente de recebimento →Rejeição 253O que é: Digito Verificador da chave de acesso composta inválido →Rejeição 405O que é: Município de Carregamento inexistente →Rejeição 406O que é: Município de Descarregamento inexistente →Rejeição 407O que é: Código de Município diverge da UF do Emitente do MDFe →Rejeição 408O que é: Município do Emitente inexistente →Rejeição 456O que é: Código de Município diverge da UF de Carregamento do MDFe →Rejeição 459O que é: Documento autorizado ao XML duplicado no MDFe →Rejeição 462O que é: Existe MDFe não encerrado há mais de 5 dias para placa com até 2 UF de percurso informadas [chMDFe: XXX][nProt: XXX] →Rejeição 479O que é: Endereço do site da UF da Consulta via QR Code diverge do previsto →Rejeição 480O que é: Consulta a uma Chave de Acesso muito antiga →Rejeição 481O que é: Parâmetro chave de acesso do QR Code divergente do MDFe →Rejeição 482O que é: Parâmetro sign não informado no QR Code para emissão em contingência →Rejeição 488O que é: Parâmetro sign não deve ser informado no QR Code para emissão Normal →Rejeição 496O que é: Assinatura do QR-Code difere do calculado →Rejeição 539O que é: Duplicidade de MDFe, com diferença na Chave de Acesso [chMDFe: XXXXX] [nProt: XXX] [dhAut: XXX] →Rejeição 540O que é: Não deve ser informado Conhecimento de Transporte para tipo de emitente Prestador Serviço de Transporte que emitirá CTe Globalizado →Rejeição 541O que é: Tipo de emitente inválido para operações interestaduais ou com exterior →Rejeição 542O que é: CNPJ/CPF do responsável pelo seguro deve ser informado para o tipo de responsável informado →Rejeição 577O que é: Duplicidade de condutor →Rejeição 578O que é: Informações dos tomadores é obrigatória para esta operação →Rejeição 579O que é: Versão informada para o modal não suportada →Rejeição 580O que é: Falha no Schema XML específico para o modal →Rejeição 601O que é: Chave de acesso do CTe informado inválida [chCTe: XXXXX] [Motivo: XXXXX] →Rejeição 602O que é: Segundo Código de Barras deve ser informado para CTe em contingência FS-DA →Rejeição 603O que é: Segundo Código de Barras não deve ser informado para CTe com este tipo de emissão →Rejeição 604O que é: Chave de acesso da NFe informada inválida [chNFe: XXXXX] [Motivo: XXXXX] →Rejeição 606O que é: Segundo Código de Barras deve ser informado para NFe em contingência (FS-DA e FS-IA) →Rejeição 607O que é: Segundo Código de Barras não deve ser informado para NFe com este tipo de emissão →Rejeição 609O que é: MDFe já está encerrado na base de dados da SEFAZ [nProt: XXX] [dhEnc: XXX] →Rejeição 611O que é: Existe MDFe não encerrado para esta placa, tipo de emitente e UF descarregamento [chMDFe: XXX][nProt: XXX] →Rejeição 612O que é: Código de Município diverge da UF de descarregamento do MDFe →Rejeição 616O que é: Nenhum grupo de documentos foi informado (CTe, CT, NFe, MDFe). Retornar Município de Descarregamento sem DF-e vinculado →Rejeição 638O que é: Não deve ser informada Nota Fiscal para tipo de emitente Prestador Serviço de Transporte →Rejeição 639O que é: Não deve ser informado Conhecimento de Transporte Eletrônico para tipo de emitente Transporte de Carga Própria →Rejeição 645O que é: CPF do condutor inválido →Rejeição 646O que é: Placa de veículo formato inválido (UF Carregamento e Descarregamento <> ‘EX’) →Rejeição 647O que é: MDFe só pode ser referenciado por manifesto do modal aquaviário →Rejeição 648O que é: MDFe só pode ser referenciado quando UF de Carregamento/Descarregamento for igual a AM ou AP →Rejeição 649O que é: Chave de acesso de MDFe informada inválida [chMDFe: XXXXX] [Motivo: XXXXX] →Rejeição 655O que é: MDFe referenciado não existe na base de dados da SEFAZ →Rejeição 656O que é: Chave de Acesso do MDFe referenciado difere da existente em BD →Rejeição 657O que é: MDFe referenciado já está cancelado na base de dados da SEFAZ →Rejeição 658O que é: Modal do MDFe referenciado diferente de Rodoviário →Rejeição 659O que é: Tipo do Emitente do MDFe referenciado difere de Transportador de Carga Própria →Rejeição 660O que é: CNPJ autorizado para download inválido →Rejeição 661O que é: CPF autorizado para download inválido →Rejeição 662O que é: Existe MDFe não encerrado para esta placa, tipo de emitente no sentido oposto da viagem →Rejeição 663O que é: Percurso informado inválido →Rejeição 666O que é: Ano do MDFe informado na chave de acesso inválido →Rejeição 667O que é: Quantidade informada no grupo de totalizadores não confere com a quantidade de documentos relacionada →Rejeição 668O que é: Chave de Acesso de CTe duplicada [chCTe: XXXXX] →Rejeição 669O que é: Chave de Acesso de NFe duplicada [chNFe: XXXXX] →Rejeição 671O que é: CTe informado não existe na base de dados da SEFAZ [chCTe: XXXXX] →Rejeição 672O que é: CTe informado

Como identificar o número do título financeiro vinculado ao documento?

DÚVIDA · ERP Onde encontrar o número do título financeiro vinculado a um documento? Saiba onde localizar o número do título financeiro vinculado a um documento no SISATAK, na aba Parcelamento. Contexto Produto/Módulo: ERP — SISATAK / Módulo Financeiro Situação: o usuário precisa localizar o número do título financeiro vinculado a um documento no SISATAK Condição: o número não aparece na tela principal do documento Termos relevantes: SISATAK (sistema onde o documento é aberto); título financeiro (registro no módulo Financeiro vinculado ao documento) Por que isso acontece? O número do título financeiro não aparece na tela principal do documento. Ele fica armazenado na aba Parcelamento, que exibe os dados do parcelamento e o vínculo com o financeiro. Sem esse número, não é possível localizar o título no módulo financeiro para tratar as movimentações. Como resolver? 1 Abra o documento Abra o documento no SISATAK. 2 Acesse a aba Parcelamento Acesse a aba Parcelamento. 3 Localize o campo Núm. Documento Localize o campo Núm. Documento. 4 Anote o número exibido Anote o número exibido — ele será usado para buscar o título no Módulo Financeiro. Como evitar no futuro? Sempre consulte a aba Parcelamento do documento antes de acessar o financeiro. Anote o número antes de fechar o documento, evitando precisar reabri-lo durante o processo. Conteúdo Relacionado →Manual: Erro de movimentação financeira ao tentar desatualizar um documento ⚠ Atenção — Aviso de Escopo As causas e soluções acima são baseadas exclusivamente nos atendimentos analisados. Situações não listadas devem ser abertas como novo chamado em: atak.movidesk.com

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